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A História das Revistas de Cinema

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , on fevereiro 25, 2011 by olavosaldanha

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As revistas de cinema foram inicialmente concebidas como instrumento publicitário direto dos setores de exibição e distribuição. Só depois é que nasceram projetos editoriais populares, com um teor mais jornalístico.

A Motion Picture Story Magazine foi a primeira publicação popular cinematográfica dos Estados Unidos, ela mudou definitivamente o perfil do setor. O dilúvio de periódicos que surgiu depois ajudou a criar o glamour das estrelas de Hollywood, a promover as suas bases de fãs, a promover os novos filmes dos estúdios e a esculpir a mitologia da história do cinema. A capa da primeira edição, de fevereiro de 1911, não apresentava uma estrela de cinema, mas o homem mais influente de todo o negócio na época, o inventor Thomas Edison, o homem que lançou a indústria do cinema com seu Kinetescope.

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No Brasil, havia algumas literaturas, porém, dentro ambiente cinematográfico. Só depois, com a formação de companhias como a Companhia Cinematográfica Brasileira, em 1911, é que foi incorporada a revista de cinema como instrumento de uma economia cinematográfica.

A Scena Muda, lançada em 1921, foi a primeira revista de cinema realmente popular editada no Brasil e reproduzia basicamente o material estrangeiro. A história das revistas de cinema no nosso país ainda é minimamente preservada e pouquíssima estudada. Abaixo, uma exposição de revistas de cinema de vários países.

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A Saga dos Vampiros

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , , , on setembro 20, 2010 by olavosaldanha

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Drácula é muitas vezes lembrado como o romance de vampiros definitivo. Embora Bran Stoker tenha escrito vários romances e contos, ele é lembrado hoje como o autor do best-seller. Foi traduzido para dezenas de línguas, inspirou uma infinidade de outros escritores e foi adaptado para o teatro e cinema, incluindo a primeira versão, Nosferatu (1922), estrelado por Max Schreck. Drácula ainda é muito lido e permanece nos dias de hoje.

No entanto, o Drácula oriundo do Sudeste da Europa não foi o mito do vampiro em primeiro lugar; culturas, tais como os mesopotâmios, hebreus e os romanos, sempre tiveram contos de demônios e espíritos que bebiam sangue.

Não há como não encontrar na lista dos livros mais vendidos ou dos filmes mais vistos da atualidade, uma reconstrução do universo vampiresco. O tema vende como água. Há uma lista infindável de filmes, desde Nosferatu (1922) de Friedrich Wilhelm à A Saga Crepúsculo de David Slade, este adaptado dos livros de Stephenie Meyer. Também uma infinidade de livros, desde Drácula (1897) de Bram Stoker aos Best-sellers de Anne Rice e também Stephenie Meyer.

Para os aficionados no gênero, preparei uma verdadeira viagem através de cartazes de filmes vampirescos. Desde os mais antigos até hoje.

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Quentin Tarantino

Posted in Imagens e Letras with tags , , on fevereiro 26, 2010 by olavosaldanha


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O designer e diretor de arte canadense Ibraheem Youssef, criou uma série de pôsteres inspirados nos filmes de Quentin Tarantino. São 7 cartazes reestilizados, mas que estão impregnados de um certo teor vintage. Veja os cartazes originais dos filmes e as recriações de Ibraheem. Para apresentar melhor o homenageado aos leitores publico o cartaz de uma das performances polêmicas dele, o Grindhouse. Tarantino sempre foi controverso, e não adianta apontar falhas, até os erros funcionam e tornam-se fundamentais na sua obra. É um estilo. Estilo que desta vez o colocou na ponta de todas as indicações aos prêmios da cinematografia. É um diretor que tanto pode ter um filme em cartaz num pulgueiro de um bairro pobre quanto na mais luxuosa e moderna sala de cinema.

Experiências que só gênios como Tarantino proporcionam podem se vistas em Grindhouse. Um filme que remete a uma categoria da indústria cinematográfica americana (agora já não existe) especializada em filmes B. Apresenta riscos na imagem e diálogos cortados, recriando a sensação de que a cópia do filme é gasta e mal cuidada, e esta era uma característica tipicamente Grindhouse. O assunto dos filmes desta categoria era dominado pelo sexo explícito, violência e conteúdos bizarros (kung-fu, spaghetti western, terror, entre outros). Acho que a maioria das antigas salas de cinema no Brasil que passavam estes filmes são hoje templos evangélicos.

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O designer e diretor de arte canadense Ibraheem Youssef, criou uma série de pôsteres inspirados nos filmes de Quentin Tarantino. São 7 cartazes reestilizados, mas que estão impregnados de um certo teor vintage. Veja os cartazes originais dos filmes e as recriações de Ibraheem. Para apresentar melhor o homenageado aos leitores publico o cartaz de uma das performances polêmicas dele, o Grindhouse. Tarantino sempre foi controverso, e não adianta apontar falhas, até os erros funcionam e tornam-se fundamentais na sua obra. É um estilo. Estilo que desta vez o colocou na ponta de todas as indicações aos prêmios da cinematografia. É um diretor que tanto pode ter um filme em cartaz num pulgueiro de um bairro pobre quanto na mais luxuosa e moderna sala de cinema.

Experiências que só gênios como Tarantino proporcionam podem se vistas em Grindhouse. Um filme que remete a uma categoria da indústria cinematográfica americana (agora já não existe) especializada em filmes B. Apresenta riscos na imagem e diálogos cortados, recriando a sensação de que a cópia do filme é gasta e mal cuidada, e esta era uma característica tipicamente Grindhouse. O assunto dos filmes desta categoria era dominado pelo sexo explícito, violência e conteúdos bizarros (kung-fu, spaghetti western, terror, entre outros). Acho que a maioria das antigas salas de cinema no Brasil que passavam estes filmes são hoje templos evangélicos.

Cartazes Antigos 03

Posted in Uncategorized with tags , , on março 21, 2009 by olavosaldanha

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mais uma série da trilogia de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.
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Aqui segue a última sequência  da trilogia dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago, como disse,  entre tantos,  cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.
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Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.

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Cinema 1970

Posted in Uncategorized with tags , , , , on março 21, 2009 by olavosaldanha

Cinema .


ahistória muda com os anos. As novas conquistas do conhecimento derrubam conceitos e reformulam padrões, e num efeito dominó vai modificando os comportamentos. No cinema não é diferente e através de seus cartazes é possível reviver uma série de outros momentos paralelos. Antes de relembrar os filmes da década de 1970, vamos dar uma pincelada na sua história.

Pelos fatos históricos é um pouco difícil dizer o início exato, alguns gostariam que Woodstock em 1969 fosse o marco, outros, a chegada do homem à lua, também em 1969, mas um fato para os nostálgicos representa um verdadeiro marco, ainda que quase um ano depois, o fim dos Beatles. A famosa frase de John Lennon “O sonho acabou”, calou e modificou esta fase. Vieram novas formas de manisfestações e padrões comportamentais, não advindas da afirmação de John. Creio que as lembranças mais marcantes se estabelecem como referência ainda que não sejam o agente transformador da história. A partir de 1970 os jovens se tornaram menos ingênuos e as autoridades mais repressoras.

No cinema, momentos de definição. Os anos 60 e suas revoluções (sexuais, políticas, raciais, sociais), em especial ênfase no cinema como forma de construção do imaginário do american way of life (modo americano de viver), passaram a ser frontalmente questionados. É neste momento (a partir do fim dos anos 60, mas com seu ápice decididamente nos anos 70) que surgem as primeiras obras de uma geração que une Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen, Michael Cimino, Robert Altman, Terence Malick e Brian De Palma. Dois nomes também surgem e, além de uma virada estética e de direcionamento no cinema mundial, estabelecem seu domínio pessoal sobre o cinema americano de décadas seguintes, George Lucas e Steven Spielberg. Guerra nas Estrelas e Tubarão reinventaram o cinema americano.

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