Arquivo para Cartazes

O design de James White

Posted in Imagens e Letras with tags , , , on abril 6, 2011 by olavosaldanha

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James White perseguiu o design desde a mais tenra idade, em 1995 entrou para o programa de design gráfico da New Scotia Community College, em Truro. Depois, em 1997, em tecnologia interativa também no mesmo colégio.

Em 1998, entrou para a indústria da web em franca expansão. Passou doze anos trabalhando para empresas e profissionais de web design e impressão, adquirindo, portanto, experiência através de uma ampla variedade de projetos e clientes, grandes e pequenos.

Enquanto buscava um estilo próprio, criou o Signalnoise, seu espaço de exposição, um canal global de arte para a difusão, processos e informações técnicas. Acabou se transformou em uma loja online onde também vende seus cartazes para pessoas de todo o mundo.

A arte e ambições de design de James White o levou a muitas publicações, tais como a revista Computer Arts, Computer Arts Projects, a revista Advanced Photoshop e a revista Wired Platinum.

Abaixo o belíssimo design luminoso junta-se aos cartazes que James criou para toda a temporada de Formula 1 em 2011.

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A Arte de Alphonse Mucha

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on março 10, 2011 by olavosaldanha

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Le Salon des Cent foi o nome de uma série de 43 exposições de arte em Paris entre 1894 e 1900, limitado a 100 artistas, e organizada pela revista La Plume. Alguns desses artistas se tornaram muito famosos. Dalí saiu nomes como Henri de Toulouse-Lautrec, Georges de Feure e o grande Alphonse Mucha.

Alphonse Mucha foi um pintor da Morávia, República Tcheca, do final do século 19 e início do século 20 e uma figura chave no movimento Art Nouveau. Sua arte influenciou toda uma geração de pintores. Antes da fama, Mucha, que estudava na dependência de mantenedores, ficou à deriva em parís, sem dinheiro e sem perspectivas. Nestes tempos difíceis desenvolveu seu estilo e em janeiro de 1895 apresentou-o aos cidadãos quando criou um cartaz para Sarah Bernhardt, conhecida como a mais famosa atriz da história, para a peça Gismonda. Sarah assinou um contrato de seis anos para criação de seus cartazes, cenários e figurinos. Mucha foi um sucesso imediato.

Sua fama se espalhou ao redor do mundo e as várias viagens à América resultaram em capas e ilustrações em uma variedade enorme de revistas americanas. No final da década, ele estava preparado para começar o que ele considerava o trabalho da sua vida, o “The Slav Epic“, uma série de grandes pinturas narrando acontecimentos importantes da nação eslava. Vinte telas foram criadas e apresentadas para a cidade de Praga em 1928. Cobrindo a história dos povos eslavos da pré-história ao século XIX. As telas foram apresentadas na Europa e na América, e fez grande sucesso. Quando os alemães invadiram a Tchecoslováquia, ele ainda era influente o suficiente ser uma das primeiras pessoas que prenderam. Ele voltou para casa depois de uma sessão de interrogatório da Gestapo e morreu pouco depois em 14 de julho de 1939.

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A Saga dos Vampiros

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , , , on setembro 20, 2010 by olavosaldanha

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Drácula é muitas vezes lembrado como o romance de vampiros definitivo. Embora Bran Stoker tenha escrito vários romances e contos, ele é lembrado hoje como o autor do best-seller. Foi traduzido para dezenas de línguas, inspirou uma infinidade de outros escritores e foi adaptado para o teatro e cinema, incluindo a primeira versão, Nosferatu (1922), estrelado por Max Schreck. Drácula ainda é muito lido e permanece nos dias de hoje.

No entanto, o Drácula oriundo do Sudeste da Europa não foi o mito do vampiro em primeiro lugar; culturas, tais como os mesopotâmios, hebreus e os romanos, sempre tiveram contos de demônios e espíritos que bebiam sangue.

Não há como não encontrar na lista dos livros mais vendidos ou dos filmes mais vistos da atualidade, uma reconstrução do universo vampiresco. O tema vende como água. Há uma lista infindável de filmes, desde Nosferatu (1922) de Friedrich Wilhelm à A Saga Crepúsculo de David Slade, este adaptado dos livros de Stephenie Meyer. Também uma infinidade de livros, desde Drácula (1897) de Bram Stoker aos Best-sellers de Anne Rice e também Stephenie Meyer.

Para os aficionados no gênero, preparei uma verdadeira viagem através de cartazes de filmes vampirescos. Desde os mais antigos até hoje.

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Pernas e Design

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , on março 21, 2009 by olavosaldanha

Design .

no fim século 19 apareceram as primeiras gravuras onde eram utilizadas as pernas como frame para enquadramento de uma cena. Entre as do mocinho ou as do bandido estava a cena mor da chamada para o cinema, o teatro, e, já depois, para as histórias em quadrinhos e livros. Nos filmes do velho oeste os duelistas estavam em perspectiva a partir das pernas um do outro. Os cafajestes cediam suas pernas ao enquadramento de mulheres humilhadas, caídas ao chão.

Foi um conceito muito popular de design em cartazes. No entanto, a idéia continua existindo, os designers continuam encantados com esta perspectiva de observação de uma cena e ainda recorrem à proposta para vender uma idéia. Atualmente se enquadram todos os tipos de coisas, de musicais (Cry-Baby da Broadway) à James Bond (Somente para os seus olhos) , de revistas (Esquire) à cd´s (Brazilian Girls). A perspectiva das pernas é um conceito de design que virou arte e fez escola.

Russell Crowe e Christian Bale, por exemplo, estão em Os Indomáveis (3:10 to Yuma), um filme que traz um pôster à moda das velhas e inesquecíveis chamadas para os bang bangs.
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Pernas Design


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Cinema 1970

Cartazes Antigos 01

Posted in Uncategorized with tags , , on março 20, 2009 by olavosaldanha


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os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post.

Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer.

Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostalgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”. Os tempos das companhias teatrais também estarão aqui representados nesta trilogia de postagens.

Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º. O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamorficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens.

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Coca-Cola

Posted in Uncategorized with tags , , on março 19, 2009 by olavosaldanha

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por mais de 120 anos, a Coca-Cola foi um ícone para a cultura popular americana e hoje é a marca mais conhecida e vendida do mundo. criada por John Pemberton como um remédio em 1886, chegou a recomendá-la como uma ajuda para superar o vício da morfina.
A crescente inquietação da moral americana sobre tóxico-dependência na virada do século, levou os fabricantes a remover a cocaína da Coca-Cola em 1904, sim ela continha, segundo revelações a quantidade era em torno de 20 a 25 miligramas a cada 300 ml, apesar de, hoje, a companhia negar. Na verdade, o governo americano mais tarde tentou pressionar a empresa para largar o nome “Coca-Cola” completamente. Após uma prolongada batalha judicial o nome ficou, mas com mudanças na fórmula, o que levou tradicionalistas dizerem que a marca havia perdido sua glória original.

A Coca-Cola foi vendida em garrafas pela primeira vez em 12 de março de 1894 e as primeiras latas de alumínio da Coca apareceram em 1955. O primeiro engarrafamento da Coca-Cola ocorreu em Vicksburg, Mississippi na Biedenharn Candy Company em 1891. A popularidade da bebida aumentou bastante após a segunda guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante. A empresa havia desenvolvido “fábricas” móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados.

Em Portugal, o famoso poeta Fernando Pessoa criou o seguinte slogan para a bebida: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se!”. A Coca-Cola tem a política de evitar usar crianças menores de 12 anos de idade em suas propagandas, como resultado de um processo no início do século XX que alegou que a cafeína da Coca era perigosa para crianças. A verdade é que a marca tornou-se através de um marketing agressivo a mais desejada do mundo, até mesmo os ditadores anti-imperialistas tem sucumbido aos seus apelos. Selecionei algumas fotografias e peças de publicidade dos anos 20 a 40 do século passado.

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