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Drácula é muitas vezes lembrado como o romance de vampiros definitivo. Embora Bran Stoker tenha escrito vários romances e contos, ele é lembrado hoje como o autor do best-seller. Foi traduzido para dezenas de línguas, inspirou uma infinidade de outros escritores e foi adaptado para o teatro e cinema, incluindo a primeira versão, Nosferatu (1922), estrelado por Max Schreck. Drácula ainda é muito lido e permanece nos dias de hoje.

No entanto, o Drácula oriundo do Sudeste da Europa não foi o mito do vampiro em primeiro lugar; culturas, tais como os mesopotâmios, hebreus e os romanos, sempre tiveram contos de demônios e espíritos que bebiam sangue.

Não há como não encontrar na lista dos livros mais vendidos ou dos filmes mais vistos da atualidade, uma reconstrução do universo vampiresco. O tema vende como água. Há uma lista infindável de filmes, desde Nosferatu (1922) de Friedrich Wilhelm à A Saga Crepúsculo de David Slade, este adaptado dos livros de Stephenie Meyer. Também uma infinidade de livros, desde Drácula (1897) de Bram Stoker aos Best-sellers de Anne Rice e também Stephenie Meyer.

Para os aficionados no gênero, preparei uma verdadeira viagem através de cartazes de filmes vampirescos. Desde os mais antigos até hoje.

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Imagens Aqui
(33 Imagens)

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O designer e diretor de arte canadense Ibraheem Youssef, criou uma série de pôsteres inspirados nos filmes de Quentin Tarantino. São 7 cartazes reestilizados, mas que estão impregnados de um certo teor vintage. Veja os cartazes originais dos filmes e as recriações de Ibraheem. Para apresentar melhor o homenageado aos leitores publico o cartaz de uma das performances polêmicas dele, o Grindhouse. Tarantino sempre foi controverso, e não adianta apontar falhas, até os erros funcionam e tornam-se fundamentais na sua obra. É um estilo. Estilo que desta vez o colocou na ponta de todas as indicações aos prêmios da cinematografia. É um diretor que tanto pode ter um filme em cartaz num pulgueiro de um bairro pobre quanto na mais luxuosa e moderna sala de cinema.

Experiências que só gênios como Tarantino proporcionam podem se vistas em Grindhouse. Um filme que remete a uma categoria da indústria cinematográfica americana (agora já não existe) especializada em filmes B. Apresenta riscos na imagem e diálogos cortados, recriando a sensação de que a cópia do filme é gasta e mal cuidada, e esta era uma característica tipicamente Grindhouse. O assunto dos filmes desta categoria era dominado pelo sexo explícito, violência e conteúdos bizarros (kung-fu, spaghetti western, terror, entre outros). Acho que a maioria das antigas salas de cinema no Brasil que passavam estes filmes são hoje templos evangélicos.

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OIbraheem Youssef, criou uma série de pôsteres inspirados nos filmes de Quentin Tarantino. São 7 cartazes reestilizados, mas que estão impregnados de um certo teor vintage. Veja os cartazes originais dos filmes e as recriações de Ibraheem. Para apresentar melhor o homenageado aos leitores publico o cartaz de uma das performances polêmicas dele, o Grindhouse. Tarantino sempre foi controverso, e não adianta apontar falhas, até os erros funcionam e tornam-se fundamentais na sua obra. É um estilo. Estilo que desta vez o colocou na ponta de todas as indicações aos prêmios da cinematografia. É um diretor que tanto pode ter um filme em cartaz num pulgueiro de um bairro pobre quanto na mais luxuosa e moderna sala de cinema. designer e diretor de arte canadense

Experiências que só gênios como Tarantino proporcionam podem se vistas em Grindhouse. Um filme que remete a uma categoria da indústria cinematográfica americana (agora já não existe) especializada em filmes B. Apresenta riscos na imagem e diálogos cortados, recriando a sensação de que a cópia do filme é gasta e mal cuidada, e esta era uma característica tipicamente Grindhouse. O assunto dos filmes desta categoria era dominado pelo sexo explícito, violência e conteúdos bizarros (kung-fu, spaghetti western, terror, entre outros). Acho que a maioria das antigas salas de cinema no Brasil que passavam estes filmes são hoje templos evangélicos.

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1970

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ahistória muda com os anos. As novas conquistas do conhecimento derrubam conceitos e reformulam padrões, e num efeito dominó vai modificando os comportamentos. No cinema não é diferente e através de seus cartazes é possível reviver uma série de outros momentos paralelos. Antes de relembrar os filmes da década de 1970, vamos dar uma pincelada na sua história.

Pelos fatos históricos é um pouco difícil dizer o início exato, alguns gostariam que Woodstock em 1969 fosse o marco, outros, a chegada do homem à lua, também em 1969, mas um fato para os nostálgicos representa um verdadeiro marco, ainda que quase um ano depois, o fim dos Beatles. A famosa frase de John Lennon “O sonho acabou”, calou e modificou esta fase. Vieram novas formas de manisfestações e padrões comportamentais, não advindas da afirmação de John. Creio que as lembranças mais marcantes se estabelecem como referência ainda que não sejam o agente transformador da história. A partir de 1970 os jovens se tornaram menos ingênuos e as autoridades mais repressoras.

No cinema, momentos de definição. Os anos 60 e suas revoluções (sexuais, políticas, raciais, sociais), em especial ênfase no cinema como forma de construção do imaginário do american way of life (modo americano de viver), passaram a ser frontalmente questionados. É neste momento (a partir do fim dos anos 60, mas com seu ápice decididamente nos anos 70) que surgem as primeiras obras de uma geração que une Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen, Michael Cimino, Robert Altman, Terence Malick e Brian De Palma. Dois nomes também surgem e, além de uma virada estética e de direcionamento no cinema mundial, estabelecem seu domínio pessoal sobre o cinema americano de décadas seguintes, George Lucas e Steven Spielberg. Guerra nas Estrelas e Tubarão reinventaram o cinema americano.

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Imagens Aqui
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.1970
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Antigos 01

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os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post.

Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer.

Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostalgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”. Os tempos das companhias teatrais também estarão aqui representados nesta trilogia de postagens.

Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º. O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamorficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens.

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Imagens Aqui
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Antigos 1
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Antigos 02

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mais uma série da trilogia de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.
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Aqui segue a sequência adorável da trilogia dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago  entre tantos,  cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.
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Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.
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Cartazes antigos 02
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Antigos 03

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mais uma série da trilogia de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.
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Aqui segue a última sequência  da trilogia dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago, como disse,  entre tantos,  cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.
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Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.

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