Psychedelic Art

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , em Maio 21, 2009 por olavosaldanha

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em meados da década de 1960 experiências psicodélicas baseadas na combinação de música e alucinógenos, induzidas por drogas como o LSD, levou ao surgimento de novos estilos visuais.

A palavra “psicodélico” foi usada pelo psicólogo britânico Humphrey Osmond para designar uma espécie de manifestação do espírito. Osmond observou que o uso de determinadas substâncias parecia permitir que uma pessoa saudável visse o mundo através dos olhos de uma pessoa esquizofrênica .

No entanto, “http://olavosaldanha.wordpress.com/psychedelic-art/” remete para a arte gerada pelos movimentos de contracultura. Uma revolução surgida no seio da juventude que questionava sentimentos políticos, sociais e espirituais inspirados principalmente pelos insights derivados de estados de consciência.

Um dos melhores representantes deste movimento foram os cartazes. Rick Griffin, Victor Moscoso, Stanley Mouse, Alton Kelley e Wes Wilson foram alguns dos artistas que usaram a explosão de cores em flagrante contraste, inscrições cheias de ornamento e elementos visuais bizarros.

Embora São Francisco (EUA) tenha sido o centro de arte psicodélica, o estilo também se desenvolveu internacionalmente. A artista britânica Bridget Riley ficou famosa com ilusões ópticas. Mati Klarwein trabalhou em obras psicodélicas para Miles Davis e Carlos Santana. Pink Floyd também usou a o designer psicodélico .

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Jornais da Primeira Guerra

Postado em Uncategorized com as tags , , , , em Março 21, 2009 por olavosaldanha

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os jornais e revistas representaram importantes ferramentas de persuasão na época dos embates entre as nações. Promoveram uma ampla variedade de comportamentos para apoiar os esforços na guerra. Muitas manchetes motivaram o leitor incutindo patriotismo, confiança e enaltecendo as vitórias alcançadas. Por outro lado, eles também retrataram o custo humano da guerra, confrontando o espectador com cadáveres, derramamento de sangue e lápides. Algumas imagens apelavam aos impulsos, fomentando sentimentos de desconfiança, medo, e até mesmo ódio. Estas frentes de revistas e jornais são agora peças de desejo para compor molduras. Apenas por isso eu estou postando  na categoria “Cartazes”.

Eram divididos entre os que tentavam apurar os fatos com responsabilidade, a minoria, e os chamados prós, pró-alemão, pró-americano e por aí vai, os tendenciosos. Abaixo você terá um apanhado de publicações do período que permeia a primeira guerra mundial, ou seja, entre Agosto de 1914 e Novembro de 1918. Esta guerra ficou conhecida como a Última Guerra Feudal e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.

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Pernas e Design

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , em Março 21, 2009 por olavosaldanha

Design .

no fim século 19 apareceram as primeiras gravuras onde eram utilizadas as pernas como frame para enquadramento de uma cena. Entre as do mocinho ou as do bandido estava a cena mor da chamada para o cinema, o teatro, e, já depois, para as histórias em quadrinhos e livros. Nos filmes do velho oeste os duelistas estavam em perspectiva a partir das pernas um do outro. Os cafajestes cediam suas pernas ao enquadramento de mulheres humilhadas, caídas ao chão.

Foi um conceito muito popular de design em cartazes. No entanto, a idéia continua existindo, os designers continuam encantados com esta perspectiva de observação de uma cena e ainda recorrem à proposta para vender uma idéia. Atualmente se enquadram todos os tipos de coisas, de musicais (Cry-Baby da Broadway) à James Bond (Somente para os seus olhos) , de revistas (Esquire) à cd´s (Brazilian Girls). A perspectiva das pernas é um conceito de design que virou arte e fez escola.

Russell Crowe e Christian Bale, por exemplo, estão em Os Indomáveis (3:10 to Yuma), um filme que traz um pôster à moda das velhas e inesquecíveis chamadas para os bang bangs.
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Cartazes Antigos 03

Postado em Uncategorized com as tags , , em Março 21, 2009 por olavosaldanha

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mais uma série da trilogia de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.
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Aqui segue a última sequência  da trilogia dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago, como disse,  entre tantos,  cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.
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Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.

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Cinema 1970

Postado em Uncategorized com as tags , , , , em Março 21, 2009 por olavosaldanha

Cinema .


ahistória muda com os anos. As novas conquistas do conhecimento derrubam conceitos e reformulam padrões, e num efeito dominó vai modificando os comportamentos. No cinema não é diferente e através de seus cartazes é possível reviver uma série de outros momentos paralelos. Antes de relembrar os filmes da década de 1970, vamos dar uma pincelada na sua história.

Pelos fatos históricos é um pouco difícil dizer o início exato, alguns gostariam que Woodstock em 1969 fosse o marco, outros, a chegada do homem à lua, também em 1969, mas um fato para os nostálgicos representa um verdadeiro marco, ainda que quase um ano depois, o fim dos Beatles. A famosa frase de John Lennon “O sonho acabou”, calou e modificou esta fase. Vieram novas formas de manisfestações e padrões comportamentais, não advindas da afirmação de John. Creio que as lembranças mais marcantes se estabelecem como referência ainda que não sejam o agente transformador da história. A partir de 1970 os jovens se tornaram menos ingênuos e as autoridades mais repressoras.

No cinema, momentos de definição. Os anos 60 e suas revoluções (sexuais, políticas, raciais, sociais), em especial ênfase no cinema como forma de construção do imaginário do american way of life (modo americano de viver), passaram a ser frontalmente questionados. É neste momento (a partir do fim dos anos 60, mas com seu ápice decididamente nos anos 70) que surgem as primeiras obras de uma geração que une Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen, Michael Cimino, Robert Altman, Terence Malick e Brian De Palma. Dois nomes também surgem e, além de uma virada estética e de direcionamento no cinema mundial, estabelecem seu domínio pessoal sobre o cinema americano de décadas seguintes, George Lucas e Steven Spielberg. Guerra nas Estrelas e Tubarão reinventaram o cinema americano.

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Cartazes Antigos 2

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , em Março 20, 2009 por olavosaldanha

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mais uma série da trilogia de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.
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Aqui segue a sequência adorável da trilogia dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago  entre tantos,  cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.
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Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.
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Cartazes Antigos 01

Postado em Uncategorized com as tags , , em Março 20, 2009 por olavosaldanha


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os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post.

Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer.

Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostalgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”. Os tempos das companhias teatrais também estarão aqui representados nesta trilogia de postagens.

Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º. O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamorficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens.

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Coca-Cola

Postado em Uncategorized com as tags , , em Março 19, 2009 por olavosaldanha

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por mais de 120 anos, a Coca-Cola foi um ícone para a cultura popular americana e hoje é a marca mais conhecida e vendida do mundo. criada por John Pemberton como um remédio em 1886, chegou a recomendá-la como uma ajuda para superar o vício da morfina.
A crescente inquietação da moral americana sobre tóxico-dependência na virada do século, levou os fabricantes a remover a cocaína da Coca-Cola em 1904, sim ela continha, segundo revelações a quantidade era em torno de 20 a 25 miligramas a cada 300 ml, apesar de, hoje, a companhia negar. Na verdade, o governo americano mais tarde tentou pressionar a empresa para largar o nome “Coca-Cola” completamente. Após uma prolongada batalha judicial o nome ficou, mas com mudanças na fórmula, o que levou tradicionalistas dizerem que a marca havia perdido sua glória original.

A Coca-Cola foi vendida em garrafas pela primeira vez em 12 de março de 1894 e as primeiras latas de alumínio da Coca apareceram em 1955. O primeiro engarrafamento da Coca-Cola ocorreu em Vicksburg, Mississippi na Biedenharn Candy Company em 1891. A popularidade da bebida aumentou bastante após a segunda guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante. A empresa havia desenvolvido “fábricas” móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados.

Em Portugal, o famoso poeta Fernando Pessoa criou o seguinte slogan para a bebida: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se!”. A Coca-Cola tem a política de evitar usar crianças menores de 12 anos de idade em suas propagandas, como resultado de um processo no início do século XX que alegou que a cafeína da Coca era perigosa para crianças. A verdade é que a marca tornou-se através de um marketing agressivo a mais desejada do mundo, até mesmo os ditadores anti-imperialistas tem sucumbido aos seus apelos. Selecionei algumas fotografias e peças de publicidade dos anos 20 a 40 do século passado.

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